Vídeo – Lição 01 – Lições Bíblicas Adultos – 3º Trim./2017 – CPAD
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Evangélicos podem participar de festas juninas?

Durante os meses de junho e julho é comum que escolas, bairros e até igrejas realizem as tradicionais festas juninas. Mas apesar de serem festas católicas em homenagem a São João (João Batista) é comum encontrar evangélicos participando e até promovendo festas parecidas com o nome de “Arraiá Gospel” ou semelhantes.
Ao ser questionado se evangélicos podem ou não participar dessas festas, o reverendo Augustus Nicodemus Lopes, da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), mostrou dados históricos e bíblicos para dar a resposta.
O pastor da IPB de Santo Amaro lembrou que há poucas festas juninas que são realizadas para homenagear São João, uma vez que a festa acabou se tornando uma “festa caipira” com danças de quadrilha, de origem francesa, que só prosperou no Brasil rural.
“Se estas festividades tivessem somente um caráter religioso e fossem celebradas dentro das igrejas como se fossem parte das atividades dos católicos, não haveria qualquer dúvida quanto à pergunta, “pode um evangélico participar?” Acontece que as festas juninas foram absorvidas em grande parte pela cultura brasileira de maneira que em muitos lugares já perdeu o caráter de festa religiosa.”
Para dar uma resposta bíblica, Augustus Nicodemus usou o livro de I Coríntios 10 onde Paulo fala a respeito de festivais pagãos dando três conselhos diferentes:
1º “O crente não deveria ir ao templo pagão para estas festas e ali comer carne, pois isto configuraria culto e portanto, idolatria (1Cor 10:19-23). Na mesma linha, eu creio que os crentes não devem ir às igrejas católicas ou a qualquer outro lugar onde haverá oração, rezas, missas e invocação do São João, pois isto implicaria em culto idólatra e falso.”
2º “Paulo disse ainda que o crente poderia aceitar o convite de um amigo pagão e comer carne na casa dele, mesmo com o risco de que esta carne tivesse sido oferecida aos ídolos. Se, todavia, houvesse alguém presente ali que se escandalizasse, o crente não deveria comer (1Cor 10:27-31). Fazendo uma aplicação para nosso caso, se convidado para ir a casa de um amigo católico neste dia para comer milho, etc., ele poderia ir, desde que não houvesse atos religiosos e desde que ninguém ali ficasse escandalizado.”
3º “Paulo diz que o crente pode comer de tudo que se vende no mercado sem perguntar nada. A exceção é causar escândalo (1Cor 10:25-26). Aplicando para nosso caso, não vejo problema em o crente comer milho, pamonha, mungunzá, etc. neste dia e estar presente em festas juninas onde não há qualquer vínculo religioso, desde que não vá provocar escândalos e controvérsias.”
Leia o artigo na íntegra aqui.
Louvor “O Rosto de Cristo” – Amanda Wanessa – Santa Ceia no Templo Central – Recife – PE
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Doze faculdades capixabas entre as 100 melhores do país

O Espírito Santo tem 12 faculdades entre as 100 melhores do Brasil se levados em consideração os dados do Índice Geral de Cursos (IGC), divulgado na semana passada pelo Ministério da Educação (MEC).
O IGC, que vai de 1 a 5, é composto de quesitos como nota no Enade e avaliações de corpo docente, infraestrutura e recursos didático-pedagógicos. Em 2015 – a quando se referem os dados divulgados este ano – foram avaliados cursos de ciências sociais aplicadas, ciências humanas e áreas afins, como administração, ciências contábeis, jornalismo, entre outros.
Entre as faculdades capixabas, a melhor nota foi a da Fucape, única a obter o conceito 5 na avaliação. O diretor da instituição, Valcemiro Nossa, ressalta que há seis anos a Fucape fica entre as 10 melhores do país. Ele elenca os quatro pontos-chave para o sucesso. “O primeiro é a boa formação do corpo docente. Outro é o investimento em pesquisas, o terceiro é o bom relacionamento da instituição com o mercado e por último, o relacionamento internacional, formamos executivos com visão de mundo”.
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Outro destaque foi a Multivix que teve suas faculdades de Castelo, Vitória e Nova Venécia entre as 50 melhores. Resultado que para o diretor executivo do Grupo Multivix, Tadeu Penina, é motivo de orgulho.
“Temos professores altamente qualificados, pois acreditamos que os nossos alunos podem se transformar nos melhores profissionais do mercado de trabalho. A Multivix acredita na excelência como a filosofia principal da educação”.
Nota baixa
Na outra ponta, 10 faculdades do Espírito Santo foram avaliadas como insatisfatórias – ou seja, tiveram notas 1 e 2.
O mau desempenho pode gerar punições como, por exemplo, a proibição de novos vestibulares.
Das faculdades com conceito insatisfatório, a única que respondeu até o fechamento desta reportagem foi a Fames. Em nota, informa que obteve, na última avaliação realizada pelo Inep/MEC, a 42ª colocação dentre os 89 cursos de música avaliados em todo o território nacional, e a 40ª colocação na prova do Enade.
Disse ainda que tem praticado, periodicamente, a Avaliação Institucional Interna e os cursos têm sido bem avaliados pelos alunos, no que diz respeito aos projetos pedagógicos e não tem medido esforços para melhorar a qualidade de seu ensino de graduação e a sua infraestrutura. A Fames afirma que vai investir cerca de R$ 500 mil em obras até o fim do ano.
Análise
Melhores são mais focadas
Tendo em vista os eixos de conteúdo avaliados pelo Inep, de uma forma geral as instituições mais bem avaliadas se destacam pela qualidade da infraestrutura, como salas de aula, bibliotecas e laboratórios. Mas também são considerados aspectos como o projeto pedagógico e o corpo docente, além da avaliação dos estudantes no Enade. Tais instituições trabalham no sentido mais estrito da formação dos egressos. Elas organizam uma gestão voltada para áreas específicas, sendo mais bem sucedidas.
Já as instituições de menor desempenho são precárias e não dão conta de garantir o mínimo de formação. Via de regra elas estão no interior. É uma equação difícil, pois educação de qualidade custa caro e, se cobram um preço maior, a população não é capaz de pagar. Nesses casos, o projeto pedagógico também é muito fraco. Os professores não são nem contratados por jornada, são prestadores de serviços.
Itamar Mendes da Silva professor do Centro de Educação da Ufes
Ufes é a 50ª melhor do Brasil

Entre as universidades que tiveram o Índice Geral de Cursos (IGC) divulgado pelo MEC, a Ufes ficou na 50ª posição no país, com IGC na faixa 3. Ao todo foram 231 universidades entre públicas e privadas, além de institutos federais avaliados. Essas instituições não aparecem na mesma classificação das faculdades.
Já a Universidade Vila Velha (UVV) também está entre as 100 melhores, na 68ª colocação. O Ifes ficou na posição 110.
Na outra categoria, a dos centros universitários, os dois existentes no Estado – São Camilo (Cachoeiro) e Unesc – ficaram na 56ª e na 98ª posição, respectivamente.
Fonte: Gazeta Online
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